Cativar é aprender a atrair, ganhar a simpatia dos outros, seduzir e ser
admirado. Quando cativamos e nos deixamos ser cativados nos sentimos
felizes por fazer bem às pessoas, além de crescermos pessoalmente.
Todos nós somos dotados de dons e talentos e todos temos o potencial
de alcançar nossos objetivos, no entanto nem todos acreditam nesse
potencial principalmente quando olhamos ao nosso redor e vemos que
outros desenvolveram maiores habilidades do que nós. Porém cada um tem a
capacidade de desenvolver e descobrir suas próprias habilidades.
Uma
das habilidades inerentes à vida humana é a habilidade de interagir com
os outros. As pessoas que a desenvolveram têm mais facilidade de
alcançar os seus objetivos, ou seja, obtêm os resultados que desejam
facilmente. Essas pessoas, além de captarem a atenção de todos ao seu
redor, fazem amizade num piscar de olhos. Essa influência afeta
positivamente a vida dessas pessoas. Existem dois tipos de sucesso, o
sucesso pessoal e o sucesso profissional. O que acontece com essas
pessoas afinal? Na realidade elas sabem cativar os demais.
Cativar
de acordo com o dicionário é tornar cativo, ganhar a simpatia de
alguém, é atrair, seduzir. Cativar é fazer o bem não apenas a um mais a
todos. “Todo homem é culpado por todo o bem que ele não fez.” (Voltaire)
Quando
cativamos, estamos criando laços. “O que quer dizer cativar? É uma
coisa muito esquecida...significa criar laços” (O pequeno príncipe)
Você
deseja criar laços? Deseja se aperfeiçoar na arte de cativar e assim
obter resultados significativos que trarão felicidade à sua vida e à
vida dos que o cercam? Convido você desenvolver 10 hábitos. São eles:
1. Ser simples.
Uma pessoa simples é alguém sem muitas complicações no relacionamento
com o próximo, fácil de lidar, sem malícia e puro. Alguém que respeita a
opnião dos demais e evita a discórdia.
2. Dar presentes.
Você deve estar se perguntando, como dar presentes para todos? Os
presentes simples são aqueles que arrancam do peito do homem os melhores
sentimentos. Bilhetes com palavras de autoestima e amor estão entre
eles.
3. Elogiar as pessoas.
Todos gostam de receber elogios e de ser reconhecidos. Dificilmente esquecemos aqueles que se lembraram de nós e nos elogiaram.
4. Ousar mais e falar menos.
É incrível a tendência que temos de querermos ser ouvidos. Não é
diferente com nosso próximo. Se dedicarmos algum momento para ouvir as
pessoas estaremos fazendo elas saberem e sentirem que são importantes.
5. Não "atropelar" as pessoas durante a conversa. Seja paciente. Espere sua vez de falar e ouça as ideias daqueles que desejam compartilhá-las.
6. Se envolver mais com os outros, participar de atividades sociais.
Deixe de lado o medo de ser machucado. Afinal com medo ou sem medo
ocasionalmente somos machucados e por muitas vezes machucamos os outros.
As decepções nos fazem crescer. O que realmente importa são os momentos
bons.
7. Ser uma pessoa confiável. Ajude as
pessoas a confiarem em você sendo digno (a) de confiança. Confiar é
também ser fiel. Deixe que as pessoas saibam que em momento algum você
fará algum comentário negativo sobre elas, principalmente quando
estiverem ausentes.
8. Ser gentil sempre. A gentileza está ligada à nobreza, a ser amável com as pessoas.
9. Convidar as pessoas para atividades.
Você pode promover eventos sociais, como um churrasco em sua casa ou um
chá da tarde. Faça com que as pessoas se sintam à vontade em seu lar ou
em outro ambiente.
10. Chamar a pessoa pelo nome.
Essa é uma parte de extrema importância quando se quer cativar alguém.
Quando somos chamados pelo nosso nome, principalmente quando não nos
conhecemos por muito tempo, sabemos que aquela pessoa não se esqueceu de
nós.
segunda-feira, 25 de abril de 2016
segunda-feira, 14 de março de 2016
Você é homem, passou quase 30 anos estudando, trabalhando,
desenvolvendo-se emocionalmente e intelectualmente. Somos o alicerce da
sociedade e muitas responsabilidades são nossas, não podemos falhar e se
isto acontecer, temos de nos redimir rapidamente sem reclamar. Não
nascemos homens, mas garotos, nos tornamos um depois de muitos
sacrifícios. Por este motivo não podemos aceitar qualquer tipo de
mulher, as baladeiras, as interesseiras, as libertinas ou aquelas que
passaram a vida achando que eram unicas
por sua beleza que com o tempo se esvai, essas devem ser afastadas para
relacionamento. Casar com as que citei seria injusto com a moça que hoje
espera por você, que se sacrifica evitando ser de outro homem antes de
ti e que procura se educar para ser uma boa esposa para sua pessoa mesmo
sabendo que há poucas chances hoje de existirem homens que a mereça.
Existe uma militância entre elas mesmas que impede que nós sejamos
exigentes para relacionamento, forçando a maioria dos rapazes a aceitar
qualquer uma para casamento, mesmo que ele seja destacado entre tantos
com seu sucesso em todas as áreas da vida. Quanto menos homens exigentes
existirem, menos elas farão sacrifícios para nos merecer, pois sempre
haverá aquele que a aceitará mesmo esta sendo uma mulher sem valores
morais e voltados aos seus egoísmos emotivos para suas aventuras
inconsequentes. Isso explica porque muitas odeiam os Homens de Verdade.
E porque este texto não deixa de ser sincero
E porque este texto não deixa de ser sincero
domingo, 13 de março de 2016
Mandamentos da boa convivência
1 - És um ser social. Precisas dos outros e os outros precisam de ti. É a união que faz a força.
2 - Controla as tuas palavras, sê sincero, fala o necessário e num tom de voz agradável.
2 - Controla as tuas palavras, sê sincero, fala o necessário e num tom de voz agradável.
3 - Não magoes os outros com brincadeiras de mau gosto ou palavras ofensivas.
4 - Não comentes os defeitos alheios nem faças mexericos.
5 - Tem uma mente aberta para respeitar as opiniões dos outros e saber discordar sem ofender.
6 - Sê alegre e otimista. Irradia um ambiente de bondade e confiança.
7 - Mostra interesse por tudo que os outros fazem ou gostam. Alegra-te com os que estão alegres e dá o teu apoio aos que estão em dificuldades.
8 - Elogia os bons trabalhos, mesmo que não saibas quem os tenha feito.
9 - Faz poucas promessas e cumpre-as.
10 - Não seja como um mercenário, a ponto de só fazer o bem a troco de recompensas.
4 - Não comentes os defeitos alheios nem faças mexericos.
5 - Tem uma mente aberta para respeitar as opiniões dos outros e saber discordar sem ofender.
6 - Sê alegre e otimista. Irradia um ambiente de bondade e confiança.
7 - Mostra interesse por tudo que os outros fazem ou gostam. Alegra-te com os que estão alegres e dá o teu apoio aos que estão em dificuldades.
8 - Elogia os bons trabalhos, mesmo que não saibas quem os tenha feito.
9 - Faz poucas promessas e cumpre-as.
10 - Não seja como um mercenário, a ponto de só fazer o bem a troco de recompensas.
10 MANDAMENTOS DA CASA
1 - Se acendeste, apagas
2 - Se abriste, fechas
3 - Se sujaste, limpas
4 - Se partiste, consertas
5 - Se não sabes consertar, chamas alguém que sabe
6 - Se precisas de algo que não te pertence, pedes
7 - Se não sabes como funciona, não mexes
8 - Se pediste emprestado, devolves
9 - Se levaste, trazes
10 - Se não te diz respeito, não te metes
2 - Se abriste, fechas
3 - Se sujaste, limpas
4 - Se partiste, consertas
5 - Se não sabes consertar, chamas alguém que sabe
6 - Se precisas de algo que não te pertence, pedes
7 - Se não sabes como funciona, não mexes
8 - Se pediste emprestado, devolves
9 - Se levaste, trazes
10 - Se não te diz respeito, não te metes
sábado, 5 de março de 2016
5 qualidades que distinguem os verdadeiros dos falsos amigos
Existem certas qualidades num verdadeiro amigo que não devem ser
ignoradas. Aqui ficam os cinco pontos essenciais – existem muitos mais,
mas estes sim são imprescindíveis – que distinguem um amigo autêntico de
um enganador.
1. Ri-se connosco e de nós?: Um verdadeiro amigo sabe partilhar connosco os momentos de alegria. Não tenta ofuscar o centro das atenções e é genuíno na forma como fica contente pelo seu companheiro. De tal forma genuíno, que sabemos que quando se ri de um erro estúpido que fizemos ou de uma situação mais constrangedora em que estivemos envolvidos, não existe nada de ‘maligno’ ou de gozo nas suas gargalhadas. Sabe apenas relativizar os problemas e ajudar-nos a ver o lado cómico do acontecimento;
2. Chora connosco e por nós?: É também aquele que sabe partilhar a dor – sem a relativizar, mas também sem exagerar. Não pergunta se precisamos de ajuda, parte logo para a acção. Conhece-nos de tal forma, que sabe que não vão ser as ‘palmadinhas nas costas’ que nos vão ajudar, mas sim uma conversa sincera ou uma ida ao cinema sem grandes confusões, por exemplo. É o amigo verdadeiro que sente a nossa tristeza e que sofre connosco, não deixando para trás aquilo que nos magoou e partilhando a dor que nos foi provocada;
3. Frontalidade acima de tudo?: O verdadeiro amigo é aquele que nos aponta os erros de uma forma construtiva, sem ‘deitar abaixo’ e exageros. Valoriza as nossas qualidades e identifica-se com as nossas virtudes, mas aconselha-nos a seguir caminhos diferentes quando percebe que as nossas escolhas podem não ser as mais acertadas;
4. Não faz julgamentos?: Apesar de detectar o erro, este amigo não nos irá apontar o dedo caso decidamos continuar no mesmo caminho. Pode não concordar com as escolhas, mas irá guardar o nosso segredo e não irá rotular-nos apenas com base num erro. Não vai espalhá-lo pelo nosso grupo de conhecidos ou comentar com outros amigos, pois sabe que a lealdade e a confiança são qualidades que demoram a conquistar, mas que se perdem em apenas cinco segundos;
5. Igualdade de dedicação?: As amizades demoram tempo a construir-se. Seguindo o exemplo dado por Saint-Exupéry no livro ‘O Principezinho’, temos que ser responsáveis por aquilo que cativamos. No entanto, não pode haver esforço apenas de um lado. Temos que nos dedicar aos nossos amigos, devotar-lhes parte do nosso tempo, mas este tipo de dedicação tem que ser recíproca. Ou seja, o verdadeiro amigo é aquele que não fica à espera que lhe liguemos a perguntar se quer ir tomar café, mas que também tem a iniciativa e arranja espaço na sua agenda para nos proporcionar verdadeiros momentos de lazer.
1. Ri-se connosco e de nós?: Um verdadeiro amigo sabe partilhar connosco os momentos de alegria. Não tenta ofuscar o centro das atenções e é genuíno na forma como fica contente pelo seu companheiro. De tal forma genuíno, que sabemos que quando se ri de um erro estúpido que fizemos ou de uma situação mais constrangedora em que estivemos envolvidos, não existe nada de ‘maligno’ ou de gozo nas suas gargalhadas. Sabe apenas relativizar os problemas e ajudar-nos a ver o lado cómico do acontecimento;
2. Chora connosco e por nós?: É também aquele que sabe partilhar a dor – sem a relativizar, mas também sem exagerar. Não pergunta se precisamos de ajuda, parte logo para a acção. Conhece-nos de tal forma, que sabe que não vão ser as ‘palmadinhas nas costas’ que nos vão ajudar, mas sim uma conversa sincera ou uma ida ao cinema sem grandes confusões, por exemplo. É o amigo verdadeiro que sente a nossa tristeza e que sofre connosco, não deixando para trás aquilo que nos magoou e partilhando a dor que nos foi provocada;
3. Frontalidade acima de tudo?: O verdadeiro amigo é aquele que nos aponta os erros de uma forma construtiva, sem ‘deitar abaixo’ e exageros. Valoriza as nossas qualidades e identifica-se com as nossas virtudes, mas aconselha-nos a seguir caminhos diferentes quando percebe que as nossas escolhas podem não ser as mais acertadas;
4. Não faz julgamentos?: Apesar de detectar o erro, este amigo não nos irá apontar o dedo caso decidamos continuar no mesmo caminho. Pode não concordar com as escolhas, mas irá guardar o nosso segredo e não irá rotular-nos apenas com base num erro. Não vai espalhá-lo pelo nosso grupo de conhecidos ou comentar com outros amigos, pois sabe que a lealdade e a confiança são qualidades que demoram a conquistar, mas que se perdem em apenas cinco segundos;
5. Igualdade de dedicação?: As amizades demoram tempo a construir-se. Seguindo o exemplo dado por Saint-Exupéry no livro ‘O Principezinho’, temos que ser responsáveis por aquilo que cativamos. No entanto, não pode haver esforço apenas de um lado. Temos que nos dedicar aos nossos amigos, devotar-lhes parte do nosso tempo, mas este tipo de dedicação tem que ser recíproca. Ou seja, o verdadeiro amigo é aquele que não fica à espera que lhe liguemos a perguntar se quer ir tomar café, mas que também tem a iniciativa e arranja espaço na sua agenda para nos proporcionar verdadeiros momentos de lazer.
Dez perguntas antes de atacar alguém nas redes sociais
Por Leonardo Sakamoto (jornalista brasileiro)
Antes de postares uma crítica sobre alguém ou um grupo nas redes sociais, faz este teste:
Antes de postares uma crítica sobre alguém ou um grupo nas redes sociais, faz este teste:
O que estou prestes a postar (responda sim ou não):
1) Incita a violência ou promove o ódio contra um indivíduo ou grupo?
2) É um ataque baseado em suposições e fundamenta-se em páginas anónimas das quais nunca tinhas ouvido falar ou em fontes desconhecidas?
3) Ridiculariza o outro ou a outra apenas pelo facto de pensarem diferente de ti?
4) É desnecessário e nada acrescenta ao debate?
5) É vazio e serve apenas para receberes “likes'' dos teus amigos?
6) É regado por preconceitos de género, cor de pele, origem social ou etnia?
7) Poderia ser dito de forma mais educada, sem azedume, mesmo que a outra pessoa esteja a ser mal educada?
8) Ficarias preocupado(a) se, durante uma entrevista de emprego daqui a dez anos, o examinador te perguntasse sobre esse "post", que vai ficar disponível no Google para sempre?
9) Se fosses tu o alvo do "post", senti-te-ias injustiçado(a) ou violentado(a)?
10) Teria vergonha se tivesses de o dizer para um auditório lotado com 500 pessoas desconhecidas, ao vivo?
Se respondeste “sim'' a qualquer uma destas questões, para e reflete se vale mesmo a pena publicar.
A tua reflexão não é autocensura, mas sabedoria.
Usar conscientemente as ferramentas de comunicação em massa da Internet é a diferença entre ser uma pessoa que contribui para um mundo melhor ou apenas um estorvo gerador de dor.
1) Incita a violência ou promove o ódio contra um indivíduo ou grupo?
2) É um ataque baseado em suposições e fundamenta-se em páginas anónimas das quais nunca tinhas ouvido falar ou em fontes desconhecidas?
3) Ridiculariza o outro ou a outra apenas pelo facto de pensarem diferente de ti?
4) É desnecessário e nada acrescenta ao debate?
5) É vazio e serve apenas para receberes “likes'' dos teus amigos?
6) É regado por preconceitos de género, cor de pele, origem social ou etnia?
7) Poderia ser dito de forma mais educada, sem azedume, mesmo que a outra pessoa esteja a ser mal educada?
8) Ficarias preocupado(a) se, durante uma entrevista de emprego daqui a dez anos, o examinador te perguntasse sobre esse "post", que vai ficar disponível no Google para sempre?
9) Se fosses tu o alvo do "post", senti-te-ias injustiçado(a) ou violentado(a)?
10) Teria vergonha se tivesses de o dizer para um auditório lotado com 500 pessoas desconhecidas, ao vivo?
Se respondeste “sim'' a qualquer uma destas questões, para e reflete se vale mesmo a pena publicar.
A tua reflexão não é autocensura, mas sabedoria.
Usar conscientemente as ferramentas de comunicação em massa da Internet é a diferença entre ser uma pessoa que contribui para um mundo melhor ou apenas um estorvo gerador de dor.
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